FERNANDO SARNEY, SILAS RONDEU E ASTROGILDO QUENTAL, ENCALACRADOS ATÉ O PESCOÇO COM A POLÍCIA FEDERALA POLÍCIA FEDERAL CONTINUA FIRME NO ENCALÇO DO EMPRESÁRIO FERNANDO SARNEY, PROVA DISSO É QUE EM SUA EDIÇÃO DE ONTEM, O JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO, TROUXE MATÉRIA ONDE AFIRMA QUE O EMPRESÁRIO FERNANDO SARNEY, SERÁ INTIMADO A DEPOR PELA POLÍCIA FEDERAL, TUDO POR CONTA DO RUMOROSO INQUÉRITO ABERTO CONTRA ELE PARA INVESTIGAR UM SAQUE DE MAIS DE R$ 2.000.000,00 ÀS VESPERAS DAS ELEIÇÕES DE 2206, QUE SUPOSTAMENTE TERIA BENEFICIADO SUA IRMÃ, ROSEANA SARNEY, ENTÃO CANDIDATA AO GOVERNO DO ESTADO, E QUE ACABOU DESCOBRINDO UMA TEIA DE CORRUPÇÃO, LAVAGEM DE DINHEIRO, EVASÃO DE DIVISAS E TRÁFICO DE INFLUÊNCIA.
JÁ IMAGINARAM O SISTEMA MIRANTE SENDO OBRIGADO A DIVULGAR O "PASSEIO" DE SEU CHEFINHO ÀS DEPEDÊNCIAS DA POLÍCIA FEDERAL, SERIA UM PROGRAMA IMPERDÍVEL E CAMPEONÍSSIMO DE AUDIÊNCIA!!!!
A SEGUIR A ÍNTEGRA DA MATÉRIA DO JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO E O LINK DE ACESSO:
Filho de Sarney é alvo de inquérito da PF no MA
AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - O empresário Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP) e administrador dos negócios da família no Maranhão, será intimado a depor no inquérito em que é suspeito de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e remessa ilegal de divisas para o exterior. O inquérito da Polícia Federal (PF) nasceu de outra investigação, aberta em 2006, para apurar suposto uso de caixa 2 na campanha de Roseana Sarney (PMDB) ao governo do Estado. Também filha do senador, Roseana foi derrotada no pleito.
O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, que defende a família Sarney, disse que o empresário aguarda ?com tranquilidade? a intimação para provar sua inocência. ?Tudo não passa de armação política? de adversários locais, sustenta. O advogado reclamou da demora no andamento do processo, o que acaba deixando a família Sarney exposta a ataques políticos.
Almeida Castro passou recentemente a causa para o advogado Eduardo Ferrão, que não quis comentar o caso. O Ministério Público (MP) e a PF, todavia, alegam que a demora no andamento do inquérito decorre da negativa da Justiça ao pedido de prisão do empresário, o que dificultou a coleta de provas. O inquérito corre em segredo de Justiça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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