
A POLÍCIA FEDERAL ESTÁ MESMO NA COLA DE FERNANDO SARNEY E O ESCÂNDALO TRAZIDO À TONA PELOS JORNAIS PEQUENO E O IMPARCIAL ESTOURA NA MÍDIA NACIONAL COMO RASTILHO DE PÓLVORA. PRIMEIRO FOI A REVISTA ISTOÉ/DINHEIRO, DEPOIS O PORTAL DO JORNALISTA CLAUDIO HUMBERTO, O PORTAL CONSULTOR JURÍDICO DE O ESTADO DE SÃO PAULO E AGORA É A FOLHA DE SÃO PAULO QUEM REPERCURTE, COM CHAMADA DE CAPA E EM AMPLA MATÉRIA AS ESTRIPULIAS DE FERNANDO SARNEY PELOS CORREDORES DO MINISTÉRIO QUE HOJE É DE LOBÃO, E QUE ANTES FOI DO PARCEIRO DE FERNANDO, SILAS "RODOU". PELO VISTO AS DORES DE CABEÇA DO FILHO DO SENADOR SARNEY COM A POLÍCIA FEDERAL, IRÃO ESGOTAR OS ESTOQUES DE LEXOTAM DAS FARMÁCIAS DO CALHAU E ADJACÊNCIAS. NADA COMO UM DIA APÓS O OUTRO....E FERNANDO SARNEY SEM SAÍDA E SEM TER COMO SE EXPLICAR, CULPA A OPOSIÇÃO PELA INVESTIGAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL, ACREDITE SE QUISER..........
A SEGUIR A ÍNTEGRA DA MÁTERIA DO PORTAL FOLHA ONLINE E OS LINKS DE ACESSO:
PF acusa filho de Sarney de traficar influência em estatal
da Folha Online
da Folha Online
A Polícia Federal do Maranhão acusa o empresário Fernando Sarney de tráfico de influência no Ministério de Minas e Energia e em empresas estatais, informa reportagem de Elvira Lobato publicada neste sábado na Folha (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL).
O empresário é filho do ex-presidente e senador José Sarney (PMDB-AP). Além do Ministério de Minas e Energia, ele teria atuado na Eletrobrás, na Eletronorte, na Valec (estatal do Ministério dos Transportes responsável pela construção da Ferrovia Norte-Sul) e na Caixa Econômica Federal para favorecer negócios privados.
Segundo a reportagem, o inquérito começou em 2006 para investigar suposto uso de recursos de caixa dois na campanha da senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) ao governo do Maranhão.
Fernando Sarney negou as suspeitas e disse que as acusações são motivadas por "interesses políticos". O empresário afirmou que pedir audiência para conhecidos em estatais não é crime.
Leia a reportagem completa na Folha deste sábado, que já está nas bancas.
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