domingo, 1 de junho de 2008

A TURMA DO OUTRO LADO DA PONTE E O CONTO DO PORTO


O JORNAL DO OUTRO LADO DA PONTE, MAIS UMA VEZ, TENTA FAZER O QUE AINDA LHE RESTA DE PLATÉIA, DE BESTA. NA CHAMADA DE CAPA DIZ CLARAMENTE QUE A UNIÃO VAI TOMAR O ITAQUI, QUE ESTÁ ARRENDADO ATÉ 2021 PARA O ESTADO, E REPETE A MESMA INSANIDADE NA REPORTAGEM INTERNA, E AÍ SE ALAGA INTEIRAMENTE JÁ NO TÍTULO DO EDITORIAL: "RISCO DE RETROCESSO". SE AINDA É UM RISCO, É PORQUE AINDA NÃO É FATO. E A COISA PIORA AINDA MAIS QUANDO O INCAUSTO LEITOR, SE DÁ AO TRABALHO DE LER APENAS A PRIMEIRA LINHA DO EDITORIAL, QUE ACABA POR DESMENTIR TUDO QUANTO FORA DITO TANTO NA CAPA, QUANTO NA MATÉRIA: "O MARANHÃO PODERÁ AMARGAR". PRONTO, BASTA PARAR POR AÍ, PARA ENTENDER DE FORMA CRISTALINA, QUE O JORNAL DO OUTRO LADO DA PONTE TENTA CONFUNDIR O LEITOR, E COLOCÁ-LO CONTRA O GOVERNADOR JACKSON LAGO, TUDO PARTE DA ESTRATÉGIA TRAÇADA PARA TENTAR BOTAR A OPINIÃO PÚBLICA CONTRA O GOVERNADOR E CRIAR O CLIMA QUE ELES QUEREM PARA AJUDAR A TOMAR NA UNHA, MANDATO QUE O POVO DEU AO GOVERNADOR EM 2006. ALIÁS, FALANDO EM PORTO, PORQUE SERÁ QUE A VALE NÃO PUBLICOU SEU CADERNO COMEMORATIVO DESTE DOMINGO, NO JORNAL DO OUTRO LADO DA PONTE, DANDO EXCLUSIVIDADE A O IMPARCIAL?????????? PELO, VISTO ATÉ A VALE, JÁ ENXERGOU O ÓBVIO: A CREDIBILADADE DA TURMA DO OUTRO LADO DA PONTE JUNTO AO POVÃO É COMPLETAMENTE NULA! É BOM JACKSON FICAR ESPERTO, PARA NÃO CORRER O RISCO DE VER SARNEY, BOTANDO GENTE DELE NO PORTO, PORQUE SE ISTO ACONTECER, SERÁ PÉSSIMO, TANTO PARA O PRÓPRIO GOVERNO, QUANTO PARA O ESTADO. E AINDA POR CIMA SE ESTARIA ABRINDO UM FLANCO PERIGOSO, PARA A TURMA DO OUTRO LADO DA PONTE, IMPLANTAR DE VEZ, UM GOVERNO PARALELO AO ELEITO PELO POVO, COISA QUE ELES JÁ VEM TENTANDO FAZER, VIA LOBÃO.


O PORTO E O MARANHÃO SÃO DO POVÃO!!!!


SARNEY NUNCA MAIS!!!!!!!!!!!!!



A SEGUIR A CHAMADA DE CAPA E A ÍNTEGRA DO DESMENTIDO EM FORMA DE EDITORIAL:


A CAPA:

Má gestão fará a União retomar o Porto do Itaqui
POLÍTICA 2 E EDITORIAL 4


O DESMENTIDO:

Risco de retrocesso

O Maranhão poderá amargar em breve um dos mais duros e inaceitáveis
retrocessos na história da sua luta pelo desenvolvimento. Por
não concordar com as decisões e encaminhamentos postos em prática
pelos que hoje gerem o Complexo Portuário do Itaqui, a União poderá
desqualificar a Empresa Maranhense de Administração
Portuária (Emap) e
retomar o controle daquele que é o maior e mais importante instrumento
para o desenvolvimento econômico do estado. A sinalização nesse sentido já
é intensa, podendo a retomada ser consumada nos próximos meses.
Se a ameaça que paira sobre a Baía de São Marcos ganhar corpo e for
concretizada, o Maranhão, enquanto Estado organizado, sofrerá um golpe
sem precedentes, pois será obrigado a abrir mão do controle do mais
eficiente item da sua infra-estrutura, conseguido após anos de negociações
durante o governo Roseana Sarney. Verá jogado no limbo o fruto de
um esforço gigantesco. A perda será mais grave ainda porque a conquista
não resultou de um processo fácil, pois o governo de então, além de atender
a um enorme rosário de exigências técnicas, credenciou-se adequadamente,
mostrou-se responsável e capaz de aparelhar e dar eficiência à
administração portuária com a organização da Emap, uma empresa
moderna e dotada de todos os instrumentos de gestão exigidos pelo segmento.
Desde sua fundação e até o último dia do governo Roseana Sarney, a
Emap foi sinônimo de organização, de seriedade administrativa, de eficiência
operacional e de competência em planejamento, consolidandose,
em pouco tempo, como a empresa ideal para gerenciar e preparar o
complexo portuário do Itaqui para exercer o seu papel de grande intermediário
da caminhada do Maranhão rumo ao fortalecimento e a diversificação
de sua economia. Naquele saudável período, a Emap foi administrada
por técnicos competentes e mantida longe das influências políticas.
Foi criada para ser um modelo na área de gestão portuária e desde logo
ganhou reconhecimento como tal.
A derrocada começou quando, num até hoje incompreensível e inacreditável
rasgo de irresponsabilidade, o então governador José Reinaldo
Tavares entregou a gestão do Porto do Itaqui à então primeira-dama
Alexandra Tavares, que transformou a Emap num antro de nepotismo,
abrigo de amigos, má gestão financeira e administração incompatível
com as exigências técnicas e de planejamento com a política portuária em
curso no país. A situação permaneceu com a decisão do governador
Jackson Lago de entregar o comando da empresa ao ex-governador João
Castelo, que, com a conivência do chefe maior, implantou ali um escandaloso
ninho de nepotismo. Ao que se seguiu uma política administrativa
logo questionada pela Agência Nacional de Transportes Aqüaviários
(Antaq), que regula o setor portuário, e alvo de visível preocupação do
Governo Federal, que lhe impôs severa vigilância.
O resultado dessa seqüência de desastres deflagrada no governo do sr.
José Reinaldo pode resultar em grave perda para o Maranhão.

Um comentário:

Anônimo disse...

José Sarney
De "grande ladrão" a conselheiro

Domingo é um bom dia para refrescar a memória dos leitores deste "Política & Cia. Iltda".

Talvez poucos se lembrem do que em 1987, em discurso proferido em Aracaju, o então deputado federal Lula, o mais votado do país, falou do senador José Sarney (PMDB-AP), na época presidente da República.

- Antigamente se dizia que o Adhemar de Barros era ladrão, o Maluf era ladrão. Pois bem: Adhemar e Maluf são trombadinhas, perto do grande ladrão que é o governante da Nova República, perto dos assaltos que se faz, disparou Lula, classificando Sarney como o “câncer da política brasileira”.

A íntegra deste discurso está transcrita no livro "PT Saudações", do ex-deputado estadual petista sergipano Marcelo Ribeiro.

Num outro momento, Lula, que chamava Sarney de “imperador do Maranhão”, afirmou que seu governo não se diferenciava em nada do governo anterior, do general João Figueiredo.

Como Lula, de uns tempos para cá, se classifica como uma "metamorfose ambulante", tem hoje como um de seus principais conselheiros o " grande ladrão" José Sarney.

Publicado ou Escrito por Chico Bruno